Essa Adaptação de livro vai além de ficção científica graças à sensibilidade de diretores e ao carisma de Ryan Gosling, Filme estreia nesta quinta-feira (19) nos cinemas brasileiros.
Entre guerras, crise de abastecimento mundial de combustível e o peso insustentável da existência em geral, é uma boa hora para um filme daqueles que dão um quentinho no coração como “Devoradores de estrelas”.
Não se deixe enganar pelo título. Ou o gênero. A ficção científica que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (19) à primeira vista até lembra um pouco um “Interestelar” (2014), mas troca todo aquele papo sobre quinta dimensão e relatividade pelo calor de um abraço.
Apoiado pelo carisma aparentemente infinito de Ryan Gosling (“Barbie”), não demora para que o filme se mostre um conto edificante sobre amizade, empatia e, depois de uma boa dose de lágrimas, sacrifício.
É solitário no espaço
Gosling interpreta um astronauta isolado e desorientado, em uma espaçonave a milhões de quilômetros da Terra. Totalmente sozinho, ele descobre que está em uma possível missão só de ida para tentar encontrar uma resposta a uma ameaça à vida em toda a galáxia.
Parece grandioso demais, mas os diretores Phil Lord e Christopher Miller transformam esse épico espacial em uma história mais humana ao focar na solidão do protagonista e em sua relação com um companheiro inesperado.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/U/rJfnJjQ1OVKv00KC511A/devoradores-de-estrelas-ryan-gosling-sandra-huller.jpg)
Mais conhecidos como os produtores das animações do “Aranhaverso”, eles provam que também são ótimos na direção ao adaptar o livro de mesmo nome de Andy Weir, autor de “Perdido em Marte”.
“Devoradores de estrelas” até tem coisas em comum com o filme de 2015 estrelado por Matt Damon, mas se permite viajar mais, e abraça um lado mais fantasioso da ficção científica.



